“RAYANA”
Ela
dançava.
O
corpo girava.
O
cabelo balançava.
Rayana.
“Eu
não a conhecia”.
Mas
sabia.
Eu
a via.
Era
do passado.
Já
vivera ao meu lado.
Como
saber eu podia?
Como
a conhecia?
Era
o meu coração que dizia...
Rayana.
Cigana.
O
coração guarda eternamente quem a gente ama.
SONIA DELSIN
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