terça-feira, 22 de janeiro de 2013




“RAYANA”

Ela dançava.
O corpo girava.
O cabelo balançava.
Rayana.
“Eu não a conhecia”.
Mas sabia.
Eu a via.
Era do passado.
Já vivera ao meu lado.
Como saber eu podia?
Como a conhecia?
Era o meu coração que dizia...
Rayana.
Cigana.
O coração guarda eternamente quem a gente ama.

SONIA DELSIN

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