INCERTEZAS
Busco
dentro de mim respostas.
Óbvias respostas que dilaceram
meu peito.
Estão todas escritas diante de meus
olhos.
Já não me assombram.
Por que as procuro se as conheço de todos os tempos?
Porque esta busca de mim, quando sei quem sou...
Sei de mim o que sei e não preciso fugir de
um rio que sou, que corre placidamente para o mar...
A ordem das coisas dá-me sensação de paz.
Não necessito ser mar, se sou riacho solitário...
Não quero ser ventania, se sou brisa leve...
Não preciso buscar alcançar uma estrela...
Se já tenho em minhas mãos uma constelação inteira.
Óbvias respostas que dilaceram
meu peito.
Estão todas escritas diante de meus
olhos.
Já não me assombram.
Por que as procuro se as conheço de todos os tempos?
Porque esta busca de mim, quando sei quem sou...
Sei de mim o que sei e não preciso fugir de
um rio que sou, que corre placidamente para o mar...
A ordem das coisas dá-me sensação de paz.
Não necessito ser mar, se sou riacho solitário...
Não quero ser ventania, se sou brisa leve...
Não preciso buscar alcançar uma estrela...
Se já tenho em minhas mãos uma constelação inteira.
SONIA DELSIN
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