quarta-feira, 23 de janeiro de 2013




A HORA DA SAUDADE

O sol aos poucos se esconde.
Os pássaros retornam às suas moradas.
Raras pessoas caminham pelas ruas.
A cidadezinha assume uma cor cinzenta.
E estende-se um véu de melancolia sobre as coisas.
Tudo se torna subitamente silencioso.
É a hora das lembranças, das dores, das saudades...
... um sino badala.
O badalar dos sinos interrompe a quietude.
A quietude que somente o som das badaladas se atreve a interromper.
Minha alma está apertada, meus olhos cheios de lágrimas.
São tantas as saudades! Tantas...
... e as badaladas...

SONIA DELSIN

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