VACUIDADE
Há
um vazio não preenchido com sua voz.
Uma
neutralidade de ruas cobertas de folhas mortas.
Na
neblina não brilham mais seus castanhos olhos.
É
morto tudo.
O
tempo.
A
ilusão.
É
morto e finito o amor dum coração.
SONIA DELSIN
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