terça-feira, 22 de janeiro de 2013




ADEUS, PEQUENA FICUS

Não pensei que teria que lhe dizer adeus tão cedo.
Ainda fecho os olhos e vejo suas folhas brilhando.
Deus! Ela era linda!
Imponente!
E tão pequena ainda!
Mas era uma árvore privilegiada.
Em tão pouco tempo abrigou vários ninhos.
Eu a vi tombada no solo.
E ainda entre os galhos ressequidos três pobres ninhos.
Os filhotes já haviam aprendido a voar.
Parecia tão saudável.
Começou a morrer e lentamente foi perdendo as folhas.
Foi uma morte triste, dolorosa.
Era uma bela árvore!
Eu imaginei que ela cresceria e se tornaria ainda mais bela.
Mas me enganei, pequena ficus.
Vai acabar de morrer longe de nós.
Adeus!

SONIA DELSIN

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