MONJOLO
Meu
olhar anda nas coisas da bela fazenda...
Meu
olhar anda nas árvores, nas folhas pelo chão.
Meu
olhar é puro olhar coração.
Meu
olhar anda na água que corre no bambu.
Na
água que chega pesada e desaba.
Nada
acaba.
Nada
acaba.
Minha
alma silencia, aprecia...
Monjolo...
Tempos
que guardo.
E
tenho tudo de volta aqui na fazenda.
Ela
guarda a história carinhosamente.
Aqui
tudo é como antigamente.
SONIA DELSIN

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